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BÉBÉS, CRIANÇAS e ADOLESCENTES|ADULTOS e SENIORES

Adultos e Séniores

As "dores" internas são, não raras vezes, desvalorizadas pelas pessoas que nos rodeiam, e não menos vezes "esquecidas" ou silenciadas por nós próprios. Há quem vá deixando sinais, apelos de ajuda mais ou menos explícitos, mas nem sempre ouvidos ou entendidos pelos outros… E há quem, por vergonha, medo de incompreensão ou por dificuldade em identificar em si os sintomas do seu desarranjo, se vá calando, restando-lhe apenas a turbulência de um sofrimento "privado", vivido a sós, de si para si próprio.

O sofrimento de cada um deve ser sempre considerado como um sinal de alerta, que nos diz que dentro de nós há relações, circunstâncias de vida, medos, dificuldades, lutos, separações, amores, e desamores, que ainda estão por resolver, e que correm o risco de aí ficarem dolorosamente tatuados, contaminando-os e limitando-nos a possibilidade de sermos felizes, senão nos propusermos a pensá-los a elaborá-los.

E, pensar e elaborar passa, sobretudo, por se fazer ouvir no sentir do outro: procurando ajuda e ser-se ajudado.
Estamos, pois, em sofrimento, sempre que a nossa relação connosco próprios (e que condiciona significativamente o modo como nos relacionamos com os outros), nos deixa dissabores, inquietações, frustrações, ambivalências, raiva, tristeza, melancolia, desespero…

Deste modo, é importante referir alguns dos sinais de alerta que o próprio, a família, ou outros significativos, devem estar atentos, porque são sintomáticos de instabilidade e/ou perturbação da saúde mental, e por isso mesmo, indicadores da necessidade urgente de acompanhamento psicológico:

- ansiedade social
- ansiedade nos exames
- fobias
- comportamentos obsessivos/repetitivos que perturbam o funcionamento normal do dia-a-dia
- dificuldade em aceitar uma separação, um divórcio ou uma perda
- depressão
- tristeza profunda
- baixa auto-estima
- comportamentos impulsivos (acessos de fúria, destruição de objectos)
- abuso de substâncias
- perturbações de sono e/ou alimentação
- pesadelos recorrentes
- episódios traumáticos
- choro frequente
- apatia
- euforia excessiva
- incapacidade ou dificuldade de expressar os sentimentos
- sentimentos de inferioridade
- baixa tolerância às contrariedades
- pensamentos sem lógica ou sem sentido
- discurso verbal incompreensível
- dificuldades sexuais e/ou no estabelecimento de relações
- ingestão compulsiva de alimentos
- crises de pânico
- dificuldades de concentração
- angústia
- dificuldades intensas de adaptação ao trabalho
- mal-estar generalizado ("infelicidade") sem explicação ou razão aparente

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